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quinta-feira, janeiro 13, 2011

Natal 2010

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Como estou atrasada com as notícias, vou postar assim mesmo, para que fique registrado.

A Maria Antônia e Maria Clara todos os anos tiram fotos devidamente caracterizadas



Aqui em casa o Natal é comemorado no almoço do dia 24, que é quando estão todos reunidos.



Antes do almoço (que não foi fotografado), a Maria Antônia leu o "papiro" que tinha dentro da Caixinha dos Desejos, enrolado numa fitinha do Bom Fim, que elas distribuiram para  toda a família, que dizia:


Os melhores presentes são as lembranças...

Esta caixinha é o espaço simbólico para guardar
 as melhores lembranças deste Natal.

Também vão aqui dentro muitas coisas boas 
que desejamos para vocês: Amor, Paz, Saúde, 
Felicidade, Sucesso, União, Inspiração...E tudo 
o mais que desejares, basta abrir a caixinha,
Querer, Acreditar  e, portanto, já aconteceu.

Com muito carinho,

Gabi, Sílvio, Maria Antônia e Maria Clara.


Depois do almoço a hora dos presentes. 




O Sílvio, Gabi e as gurias foram para o Xiniquá, onde fica a fazenda da Sônia, a outra vó. Nós ficamos com o Flávio e a Pati, que estavam sem os acompanhantes. A Hebe foi passar com a vó e o Miguel com a mãe.
Passamos a meia-noite com o Birinha e família,  no Espaço Roda  D'Água, casa de eventos dos sobrinhos  Fábio e Inaê.






No outro dia fomos pra Xiniquá.




Lá no Xiniquá é tudo uma festa! Na noite de Natal dançaram e distribuiram presentes e adivinhem que era a ajudante do Papai Noel - claro que a Maria Antônia.




A Sônia tem muita criatividade. Ela preparou pedaços de tecido para as pessoas escreverem saudações pela data, para depois fazer uma colcha ou um painel. Até as crianças escreveram ou desenharam. Certamente no ano que vem será mostrado o resultado.



Também preparou plaquinhas de madeira, com um ganchinho de arame, onde todos escreveram os desejos para 2011. Depois estas plaquinhas foram penduradas numa árvore enorme que tem na frente da casa



A brincadeira do monte é tradicional no Natal do Xiniquá. Vou dar uma idéia de como acontece:

Cada um leva um presente até um valor determinado e são colocados todos juntos. Uma pessoa fica encarregada de fazer uma lista com os nomes e sortear os números. Conforme forem chamados, pode escolher um presente do monte ou roubar o de alguém que já escolheu e cada presente pode ser "roubado" três vezes.


Este ano eu fui a primeira a escolher o presente no monte. A Elaine, que estava ao meu lado, disse que o filho e a nora dela fizeram o maior suspense sobre o presente que levaram, uma caixa muito grande, e me induziu a escolhê-la. Abri a caixa e só via pedras, isso mesmo, pedras e lá no fundo um porta-retratos. Foi a maior gozação.




Logo me "roubaram" o presente. Fui novamente ao monte e o presente que escolhi era um jogo de tapetes de croché para banheiro...



...que foi roubado também. Aí escolhi uma panelinha de ferro e deixei enrolada, meio escondida, para não ter o mesmo destino, pois a Pati gostou muito dela.


Foi um dia de muita alegria e descontração.





Aqui toda a turma no Natal de 2009...




...e neste ano



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quarta-feira, março 24, 2010

Uruguai - Termas del Daymán

Nossa meta era Salto, só que encontramos as Termas del Daymán e resolvemos ficar por lá, nem fomos até a cidade.


As termas ficam a 10 km da cidade de Salto. A água vem de 2000m de profundidade, a razão de 160.000 litros por hora, com uma temperatura de 46º.
Atualmente tem 7 piscinas para adultos e 3 para crianças, com temperatura e profundidade diferentes, inclusive uma fria.

 

As águas de Daymán reúnem as condições ideais para a cronoterapia, trazem benefícios para a saúde e é, com certeza um lugar ideal para o descanso.
Junto às termas tem um parque aquático, o Acuamania e um SPA, mas nem visitamos, passamos aproveitando as águas.
Paramos no Hotel Termas Day, exatamente em frente à entrada das termas. Por R$ 7,00 ao dia, podíamos sair e entrar quantas vezes quiséssemos.

Enquanto estávamos lá, ficamos sabendo da enchente que estava acontecendo em Buenos Aires. Eu sempre digo que o meu santo é forte, nos livrou de mais esta.

Saímos de Daymán para Rivera, passando por Taquarembó. 
Já tínhamos andado uns 120km quando nos demos conta que o combustível não daria até lá, por nossa sorte encontramos um posto assim (olha o perigo!):



Em Taquarembó não achamos nem um lugar para tomar café. Perto do posto onde abastecemos tinha uma padaria e só o que conseguimos foi um quiche, que eles chamam de pastel.




 Rivera é o meu chão, vou sempre lá. E é lá que faço meu estoque de perfume, whisky, vinho, queijo, doce de leite Conaplole e tantas outras coisas boas.




O melhor ainda foi o fim da viagem. Como as netas estavam na fazenda da outra vó, no Xiniquá e era possível passamos por lá pra matar a saudade.





Nunca tinha visto sapo cururu de perto, lá tem 8, conhecidos pelo nome.

rsrsrsrsrsrs



Foi uma ótima viagem, com ótimos companheiros. Flávio e Hebe, obrigada pela companhia e espero ainda fazer muitas viagens com vocês.




 
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