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domingo, maio 11, 2014

Dia das Mães 2014

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Quando eu me atraso em responder os e-mails, as notificações no Face, os reblips e replays na Blip.fm, sem falar em atualizar o blog, fico que não sei por onde começar. Hoje vou começar por aqui.





Hoje é dia de comemorações, de alegrias e também de saudade.


As alegrias começaram ontem com a chegada da Pati




 e as comemorações com uma janta no Restaurante Augusto 




E continuaram hoje, num almoço maravilhoso, feito pela Pati e o Taba (não tirei fotos)

e uma torta feita pela Rosane






Como sempre falta alguém, desta vez o Flávio, a Hebe e o Antônio não puderam vir, mas mandaram uma foto e sei que estavam comigo em pensamento. O Miguel também não veio, mas não esqueceu de mim.







E a saudade, muita saudade, da mãe e o do pai.




Mãe e pai

Estejam onde estiverem, recebam hoje o meu eterno amor. Mãe, pelo Dia das Mães e pai, por hoje estar fazendo mais um ano que foste pra junto do Pai.






 Para todas as mães que passarem por aqui, deixo o meu abraço mais carinhoso



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domingo, março 02, 2014

COLCHA DE RETALHOS

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Publiquei este trabalho em vários posts, e como é um dos mais acessados, hoje o repeteco vem num só. Leiam a história que vale a pena.


Esta é uma das histórias do livro de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, Histórias para Aquecer o Coração 2. Lendo-a, num dia nublado na praia da Lagoinha, em Florianópolis, tive uma idéia: fazer uma colcha de retalhos para os filhos com roupas antigas, minhas e do Taba, que tinha guardadas num baú.

E a idéia foi amadurecendo. Acordava durante a noite e ficava pensando em como iria fazê-las.Tenho amigas muito queridas em Cruz Alta, a Juçara e a tia Nilza, que trabalham maravilhosamente em pacthwork e com elas que eu poderia contar para confeccioná-las.

Tinha feito um trabalho no Natal anterior, com fotos no tecido, os transfers, e pensei em colocar na colcha também.Mexendo em gavetas achei trabalhinhos feitos na escola, bilhetes, e ia guardando tudo.

Na época, passávamos a semana em Cruz Alta, num apartamento pequeno e pensava em como fazer pra Pati, minha filha, não ver, pois queria fazer surpresa. Foi difícil, pois lavei e passei todas as roupas lá, pendurava na sacada e recolhia antes dela chegar da faculdade.

Depois de escolher o esquema com minhas amigas, comecei a escolher as fotos. A dificuldade foi maior, pois eram 16 fotos de 20x20 cm e 8 fotos 15x15cm para cada colcha, sendo que , nas que estavam dois deles ou os três elas eram repetidas nas respectivas colchas. Eram 12 trabalhos escolares e bilhetes, também 20x20, em que até sorteio eu fiz, pois gostaria de colocar todos. Os transfers foram feitos pelo Miralvo, na Nina Cópias em Cruz Alta, onde fui muito bem atendida.


O centro das colchas são todos iguais, diferenciando apenas a foto que nós estamos com cada um deles.
A primeira foto é do nosso casamento, a segunda é atual, a da fubica, uma Ford 29, relíquia da família, foi tirada quando eles eram crianças.






















A moldura das fotos foi feita com um vestido de minha mãe, os outros tecidos, como de toda volta da barra das colchas, são retalhos de roupas nossas.























Barras:

Depois dos quadradinhos vem uma barra de 15x15 cm, com fotos, trabalhinhos da escola e quatro espaços para autógrafos ou mensagens de amigos.
















A próxima barra, de 20x20 cm, tem fotos, em diversas fases, onde estão sozinhos, uns com os outros, com amigos, formatura, etc.
















Também nesta barra estão nossas mensagens e espaço para os irmãos.




















Inteira ficou assim. Esta é a do Sílvio.





Trabalhinhos e fotos:

do Flávio









































do Sílvio








































da Pati









































Detalhes:

da colcha do Flávio:





















- Babeiro bordado pela tia Clélia;
- Camiseta do Charlie Brown, comprada bem antes dele nascer;
- Eu sou de Lavras - E daí ? - de uma camiseta, lembrança de uma janta dos lavrenses em Santa Maria;
- metade de um manguito (vcs sabem o que é? sevia pra segurar as fraldas e cueiros de tecido,não havia calças plásticas);
- Nº 9 - da camiseta de futebol do Taba;
- calção que eles diziam ser do Batman, está a metade em cada colcha.


da colcha do Sílvio:





















- babeiro bordado pela tia Clélia;
- o nº 9; - calção do Batman;
- camiseta do Robin;
- Eu sou de Lavras - E daí?;
- outra metade do manguito.


da colcha da Pati:




















- convites do aniversário de 1 ano, feitos individualmente e pintados pela Rosa Helena e dos 15 anos, de organdi, pintados pela Ana Hostyn e por mim. Foram cento e tantos convites todos diferentes;
- Lavras Pepita do Sul - camiseta de outra janta dos lavrenses;
- lencinho feito por mim, quando ela foi para o Jardim de Infância, pintado e com croché;
- a frente do manguito;
- o nº 9;
- uniforme do Jardim.























Estes detalhes têm nas três colchas, como muitos outros:
- lençól bordado pela tia Clélia;
- jogo de cozinha, feito pela mãe, como todo o meu enxoval, mas bordado por mim;
- jogo de cozinha, com aplicação em ponto Paris, tb bordado por mim;
- lençól bordado pela tia Clélia;
- meu primeiro trabalho em vagonite, uma saia que eu vestia quando fui apresentada para o Tabajara;
- do mesmo jogo de cozinha;
- do meu vestido de noiva, bordado por uma senhora da família Tinn, daqui de Santa Maria;
- outro detalhe do lençól verde;
- outro jogo de cozinha com os laços aplicados em ponto Paris, feito por mim.


Capas de travesseiros - almofada:

Flávio e Hebe































Sílvio e Gabi
































Pati

















Para a Maria Antônia foi feita uma almofada com nove fotos de cada lado:

ela sozinha,




















e com cada um da família.




















A emoção da entrega:

Normalmente minhas amigas fazem uma capa em patchwork para as colchas, como foram feitas capas de travesseiros, inventamos esses sacos de TNT com aplicação da assinatura de cada um.
















A entrega foi feita no dia da formatura da Pati, perto do Natal.


Flávio
































Sílvio
































Pati





















O festerê foi demais! Foi muita emoção num dia só!
Eu tive três filhos, plantei muitas árvores e como não escrevo, deixei essas colchas para eles e as futuras gerações saberem de suas histórias, com um pedacinho de mim.





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quinta-feira, fevereiro 06, 2014

Europa 2012


. Europa 2012

Reuní aqui todos os posts da viagem que fiz com o Flávio, a Hebe e o Antônio.

É só clicar na imagem

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terça-feira, novembro 20, 2012

Castelo de Chenonceou - França - 1

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Custamos muito a conseguir um hotel, porque não tínhamos agendado, mas ficamos num muito lindinho, caprichado e atendido por um casal muito simpático. O Hotel De La Bonnheure, em Bracieux, França.




De manhã cedo, depois de um lauto desjejum, com todos os produtos caseiros e gostosos, saímos rumo ao Castelo de Chenounceau.


O início de tudo, o Átrio e a Torre dos Marques



O Castelo de Chenounceau é conhecido como o Castelo das Sete Damas. Sete mulheres de personalidade forte e, entre elas, duas rainhas de França.

Esta foto foi tirada do folheto que é dado na entrada para servir como guia.





O Castelo de Chenonceau foi construído entre 1515 e 1521 por Katherine Briçonnet, embelezado por Diane de Poitiers, amante do Rei Henrique II, e pela rainha Catarina de Médicis.
O especial neste castelo são os jardins, a arquitetura, as tapeçarias, a decoração e sobretudo sua localização, pois foi construído sobre uma ponte de arcos atravessando o rio Chers, onde se reflete.
A ponte foi mandada construir por Diana e depois Catarina determinou a construção de um salão por cima da ponte construída por sua rival. Um imenso salão de 60 metros de comprimento por seis de largura, com dois andares, que se tornou a marca característica do palácio, a Grande Galeria.







 Leiam toda a história deste castelo, é muito interessante, aconselho a seguir o link.


A entrada até o castelo é cercada de árvores



O Labirinto, ou jardim verde, fica antes de chegar ao palácio e foi iniciativa de Catarina de Médicis





Há dois jardins principais, à esquerda, o de Diane de Poitiers




e o de Catarina de Médicis, à direita, menor, mas muito lindo também




A Sala da Guarda,
 logo na entrada do castelo




A Capela





O quarto de Diane de Poitiers, 

a favorita do rei Henrique II, que lhe ofereceu este castelo. Ela era a verdadeira dona de Chenounceau, mas quando ele morreu, Catarina de Médicis, a rainha, tomou conta do castelo e como não podia desapropriá-lo, ofereceu o  Château de Chaumont-sur-Loire para Diane




Gabinete Verde, 

de onde Catarina de Médicis governava a França depois da morte do rei Henrique II




Biblioteca




Galeria


Encomendada por Catarina de Médicis a Jean Bullant, sobre a ponte de Diana de Poitiers, em homenagem a seu filho, o rei Henrique III. Com 60 metros de comprimento e 6 de largura, era usada como salão de baile.




Cozinha (adorei!)

Durante a Primeira Guerra Mundial,foi equipada com dispositivos modernos necessários à transformação do castelo em hospital



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