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domingo, outubro 26, 2008

CESNORS

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O CESNORS – Centro de Educação Superior Norte do Rio Grande do Sul é a nona unidade universitária da Universidade Federal de Santa Maria.
O CESNORS iniciou suas atividades letivas no segundo semestre de 2006 e conta, atualmente, com duas unidades: uma no município de Frederico Westphalen e outra em Palmeira das Missões, onde meu filho e minha nora lecionam.

Nas comemorações do 2º aniversário foi feita uma gincana em Frederico Westphalen, com a integração dos dois centros. Como em Palmeira iniciaram um grupo de danças tradicionais e a Maria Antônia participa, fomos levá-la, junto com os dois meninos que dançam no grupo.




Ensaios no CTG



Viagem para Frederico Westphalen



Antes, muitas poses.



Nós estávamos lá.




O vô, como ex-Reitor, foi chamado para ficar junto às autoridades.



O Sílvio e um aluno, que não fiquei sabendo o nome, tocaram para a turma dançar.



Dançaram com os grandes como gente grande!


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segunda-feira, outubro 08, 2007

Passeio do fim de semana

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Fizemos um passeio maravilhoso no último fim de semana.






Saimos de Palmeira das Missões, passamos por Frederico Westphalen para encontrar a Fabinha, uma amiga que nos levou para conhecer um restaurante muito
pitoresco à beira do Rio Uruguai, já no município de Iraí. Lá encontramos um casal de amigos, o Marlon e a Adriana. As gurias gostaram muito de 'conversar' com o Rico, um papagaio que ria como gente.






Como a estrada era muito pouco movimentada, a Maria Antônia pode realizar um sonho: 'desfilar' no teto solar da caminhonete e a Maria Clara com a janela aberta. Adoraram!!!





Entre Frederico e Ametista do Sul, nosso destino, tivemos que atravessar o Rio da Várzea numa balsa. Tem o início da construção de uma ponte, com jeito de estar parada há tempos.
Em todo o caminho a paisagem é muito bonita.


Ametista do Sul
é uma cidade de 7500 habitantes, a 480 km e Porto Alegre, que concentra a grande maioria dos quase 400 garimpos de ametista existentes no Rio Grande do Sul

Visitamos o Ametista Parque, onde tem um museu com peças maravilhosas.






O que mais gostei foi este belíssimo cristal de selenita (gipsita incolor) em geodo de ametista. Consegui esta foto aqui, porque não é permitido fotografar no interior do museu.







Do museu fomos direto para as galerias de extração. São mais de 200 metros de galerias que se ramificam, formando um labirinto e onde pode se vê os cristais no exato local em que se formaram, durante um vulcão ocorrido há 130 milhões de anos.

São galerias de piso nivelado, bem iluminadas, largas e altas, que não oferecem o risco de se bater com a cabeça no teto, mas que nem por isso dispensam o visitante de usar o capacete que o Museu lhe fornece antes de entrar no subsolo.



Aqui um geodo de ametista na rocha (basalto).
Este basalto não é o mesmo usado para calçamento.
Geodos, pelo que entendi, são bolhas do vulcão que não estouraram e dentro deles se formaram as pedras. Mais informações sobre geodos aqui, aqui e aqui.










Fomos cicereonados pela Michele, uma menina muito simpática e pela Maria Antônia, que já tinha visitado o local. Elas ficaram muito amigas.
Tem um lugar especial com bancos de madeira para descanso e onde servem um cafèzinho.




A Michele explicou como é feita a extração dos geodos. Eles perfuram para ver o interior e se vale a pena retirarem. É um trabalho artesanal e difícil.
Aqui é um inteiro. A Maria Antônia fotografou o interior




Da galeria subimos por uma rampa até a loja, onde tem pedras brutas e trabalhadas e jóias.


Depois deste passeio, janta e um banho, as meninas dormiram toda a noite.

Foi ótimo!


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