Terça-feira, Fevereiro 21, 2012

CarnaLavras - o Churrasco do VG

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O tradicional churrasco do VG estava ótimo!






Foi feito um painel...





Onde todos assinaram





A minha está dentro do coração








A animação ficou por conta da Estela La Bella





Que cantou e encantou como sempre





O bolo ficou lindo e foi servido com champanhe para a comemoração dos 75 anos








Depois do churrasco sempre tem uma passeata e este ano deve ter sido grandiosa. Se conseguir fotos posto aqui depois.


PARABÉNS AO VG E A TODOS OS SEUS COMPONENTES!

Parabéns aos organizadores por tão bonita festa!


(todas as fotos foram do Facebook ou do Roccana)
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CarnaLavras 2012

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Não vou a Lavras há muitos anos na época do carnaval, mas este ano, nos 75 anos do VG, meu bloco do coração, fui assistir ao desfile e ao tradicional churrasco.












VG, Um amor que não tem fim!






 A primeira Rainha, Lília Pires Capuano e a Corte dos 75 anos: Diéssica Dias e 

Altamiro Franco, Alessandra Gomes de Souza e Augusto Bulcao!









Primeira Rainha, de 1947, Lília Pires Capuano coroando a Rainha dos 75 anos do VG 






A Rainha Infantil do VG






Rei e Rainha do Carnaval 2012.














Encontrei muitos amigos, mas só tenho foto com a Ana, (roubada) lá do Roccana




Esta é do fundo do baú.



(fotos do Facebook, do Roccana e de arquivos pessoais)

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Quarta-feira, Fevereiro 15, 2012

Espaço Roda D'Água

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Os sobrinhos, Inaê e Fábio estão à frente de sua Casa de Eventos, o Espaço Roda D'Água, no Passo da Ferreira, a poucos metros da ULBRA.


É um local muito agradável para qualquer tipo de festa como poderão ver pelas fotos.





Pois dia 8 de março, a partir das 20:30hs,  terá uma festa especial em comemoração ao Dia Internacional da Mulher,será A Noite do Bolero.

Recebi o convite do Birinha, que certamente estará tocando:


Numa noite de verão...escutando a famosa Banda Vereda Tropical...
As músicas caribenhas mais lindas que perpassam pela nossa lembrança...

Essa será a primeira noite temática do Espaço Roda d'água.

Com certeza será uma noite maravilhosa....








O mapa ampliado





Não deixem de ir!



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Quinta-feira, Fevereiro 09, 2012

Jane Fonda - O terceiro ato da vida

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Recebi o vídeo (tem tradução) por e-mail de uma cunhada. É sensacional! Embora o texto seja longo, vale a pena ler e refletir, afinal todos nós vamos chegar lá, a não ser que partamos para outra.

http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/jane_fonda_life_s_third_act.html



*Jane Fonda: o novo livro, Prime Time: 
Love, Health, Sex, Fitness, fala sobre o que ela chama de terceiro ato de sua vida. Jane admite no texto que ainda se preocupa com a aparência e que sua idade a obrigou a diminuir o ritmo da rotina de exercícios físicos. A atriz foi uma das pioneiras nos vídeos que ensinavam e estimulavam as mulheres a malharem, mas depois admitiu recorrer a cirurgias plásticas.
A filha do lendário ator, Henry Fonda, Jane nasceu e cresceu na cidade de Nova Iorque. Depois de ter estudado arte no Vassar College, voltou-se para a moda e o estudo da arte de representar. Depois do primeiro êxito no filme “Até os Fortes Vacilam” (Tall Story), em 1960, a sua carreira seguiu o rumo do sucesso.
Nome completo: Jane Seymour Fonda, atriz e escritora. Sua história tem final feliz: na terceira idade, Jane venceu a batalha contra um câncer no seio, voltou ao cristianismo, continua a escrever livros e a promovê-los na mídia. Reaproximou-se dos filhos e tornou-se avó amorosa.






O TERCEIRO ATO DA VIDA

Jane Fonda*




Houve muitas revoluções no último século, mas, talvez, nenhuma tão significativa quanto a revolução da longevidade. Estamos vivendo em média, hoje, 34 anos a mais do que nossos bisavós. Pensem sobre isso. Isso é um completo segundo período de vida adulta que foi adicionado à nossa expectativa de vida. E ainda assim, para a maior parte, nossa cultura não se posicionou sobre o que isto significa. Ainda estamos vivendo com o velho paradigma da idade como um arco. Essa é a metáfora, a velha metáfora. Você nasce, atinge o auge na meia-idade e declina para a decrepitude.
Idade como patologia. Mas muitas pessoas hoje -- filósofos, artistas, médicos, cientistas -- estão lançando um novo olhar para o que chamo de terceiro ato, as três últimas décadas da vida. Eles percebem que isso é, na verdade, um estágio de desenvolvimento da vida com sua própria significância -- tão diferente da idade madura quanto a adolescência é da infância. E estão questionando -- todos nós deveríamos estar questionando -- como usamos esse tempo? Como vivê-lo com sucesso? Qual é a nova metáfora apropriada para envelhecimento? Passei o último ano pesquisando e escrevendo sobre este assunto. E descobri que uma metáfora mais adequada para envelhecimento é uma escadaria -- a ascensão para o topo do espírito humano, trazendo-nos para sabedoria, completude e autenticidade. De forma nenhuma idade como patologia; idade como potencial. E adivinhem? Esse potencial não é para poucos felizardos. 
Acontece que a maioria das pessoas acima de 50 sente-se melhor, é menos estressada, é menos hostil, menos ansiosa.Tendemos a ver os itens comuns mais que as diferenças. Alguns dos estudos dizem até mesmo que somos mais felizes. Isso não é o que eu esperava, acreditem-me.Venho de uma longa linhagem de depressivos.Quando me aproximava dos meus 40, assim que acordava de manhã, meus seis primeiros pensamentos eram todos negativos. E me assustei. Pensava, puxa vida, vou me tornar uma velhota mal-humorada. Mas, agora que estou, de fato, precisamente no meio de meu terceiro ato,percebo que nunca fui mais feliz. Tenho uma tremenda sensação de bem-estar. E descobri que quando você está dentro da velhice, em vez de olhar para ela do lado de fora, o medo se aquieta. Você nota, você ainda é você mesma --talvez até mais. Picasso disse uma vez: "Leva um longo tempo para se tornar jovem". 
Não quero romantizar o envelhecimento.Obviamente, não há garantia de que ele seja um tempo de fruição e crescimento. Alguma coisa disso é uma questão de sorte. Alguma coisa disso é, obviamente, genético. Um terço disso, de fato, é genético. E não há muito que possamos fazer sobre isso. Mas isso significa que, para dois terços de quão bem desempenhamos no terceiro ato, podemos fazer algo. Vamos examinar o que podemos fazer para tornar esses anos adicionais realmente bem sucedidos e usá-los para fazer a diferença. Deixem-me dizer algo sobre a escadaria, que parece ser uma metáfora esquisita para idosos,considerando-se o fato de que muitos idosos são desafiados por escadas.
Eu mesma estou incluída. Como sabem, o mundo inteiro opera com uma lei universal: entropia, a segunda lei da termodinâmica. Entropia significa que tudo no mundo, tudo está num estado de declínio e decadência, o arco. Há apenas uma exceção a essa lei universal e isso é o espírito humano, que pode continuar a evoluir em direção ao topo -- a escadaria -- trazendo-nos para completude,autenticidade e sabedoria. E aqui está um exemplo do que quero dizer. Essa ascensão rumo ao topo pode acontecer mesmo face a desafios físicos extremos. Cerca de três anos atrás, li um artigo no New York Times. Era sobre um homem chamado Neil Selinger -- 57 anos de idade, um advogado aposentado -- que tinha se juntado ao grupo de escritores da Faculdade Sarah Lawrence onde encontrou sua voz como escritor. Dois anos depois, ele foi diagnosticado com esclerose amiotrófica lateral, comumente conhecida como doença de Lou Gehrig. É uma doença terrível. É fatal. Ela devasta o corpo, mas a mente permanece intacta. Em seu artigo, o sr. Selinger escreveu o seguinte para descrever o que estava acontecendo a ele. E cito:"À medida que meus músculos enfraqueciam,minha escrita se tornava mais forte. À medida que lentamente perdia minha fala, ganhava minha voz.À medida que encolhia, eu crescia. No momento em que perdi tanto, finalmente comecei a encontrar a mim mesmo." Neil Selinger, para mim, é a personificação da subida da escadariaem seu terceiro ato.
Todos nascemos com espírito, todos nós, mas, às vezes, ele fica soterrado debaixo dos desafios da vida, violência, abuso, negligência. Talvez nossos pais sofressem de depressão. Talvez eles não fossem capazes de nos amar além daquilo que realizamos no mundo. Talvez ainda soframos com uma dor psíquica, uma ferida.Talvez experimentemos a sensação de que muitos de nossos relacionamentos não tiveram uma conclusão. E assim podemos nos sentir inacabados. Talvez a tarefa do terceiro ato seja terminar a tarefa de encerrar a nós mesmos.
Para mim, ela começou quando me aproximava do meu terceiro ato, meu aniversário de 60 anos.Como era para eu viver? O que era para eu realizar nesse ato final? E percebi que, a fim de saber para onde estava indo, eu tinha que saber onde estivera. Então, voltei e estudei meus dois primeiros atos, tentando ver quem eu era na época, quem eu realmente era -- não quem meus pais ou outras pessoas me disseram que eu era,ou me trataram como se eu fosse. Mas, quem era eu? Quem foram meus pais -- não como pais, mas como pessoas? Quem foram meus avós?Como eles trataram meus pais? Esse tipo de coisas.
Descobri alguns anos atrás que esse processo pelo qual passei é chamado pelos psicólogos"fazer uma análise da vida". E dizem que ela pode dar nova significância, clareza e sentido à vida de uma pessoa. Você pode descobrir, como eu, que muitas coisas que você costumava pensar que eram falha sua, muitas coisas que costumava pensar sobre você mesma, na verdade, não tinham nada a ver com você. Não era falha sua; você estava bem. E você é capaz de voltar e perdoá-los, e perdoar a você mesma. Você é capaz de se libertar de seu passado. Você pode mudar sua relação com seu passado. Enquanto estava escrevendo sobre isso,encontrei um livro chamado "Em Busca de Sentido" de Viktor Frankl. Viktor Frankl foi um psiquiatra alemão que passou cinco anos em um campo de concentração nazista. E ele escreveu que, enquanto estava no campo de concentração,ele poderia dizer, se eles fossem libertados,quais pessoas estariam ok e quais não estariam.E ele escreveu isto: "Tudo que você tem na vida pode ser tirado de você exceto uma coisa, sua liberdade de escolher como você responderá à situação. Isso é o que determina a qualidade de vida que vivemos -- não se fomos ricos ou pobres, famosos ou anônimos, saudáveis ou sofredores. O que determina nossa qualidade de vida é como nos relacionamos a essas realidades, que tipo de significado atribuímos a elas, que tipo de atitude mantemos sobre elas,que estado mental permitimos que elas incitem."
Talvez o objetivo principal do terceiro ato seja voltar e tentar, se apropriado, mudar nossa relação com o passado. Acontece que estudos cognitivos demonstram que, quando somos capazes de proceder assim, isso se manifesta neurologicamente -- caminhos neurais são criados no cérebro. Veja, se você, ao longo do tempo, reagiu negativamente a eventos passados e a pessoas, caminhos neurais são configuradospor sinais químicos e elétricos que são enviados através do cérebro. E com o tempo, esses caminhos neurais se estabelecem, eles se transformam na norma -- mesmo se são ruins para nós porque nos causam estresse e ansiedade.
Contudo, se pudermos voltar e alterar nossa relação, reavaliar nosso relacionamento com pessoas e eventos do passado, os caminhos neurais podem mudar. E se pudermos manter sentimentos mais positivos sobre o passado, isso se torna o novo modelo. É como reajustar o termostato. Não é ter experiências que nos torna sábios, é refletir sobre as experiências que tivemos que nos faz sábios -- e que nos ajuda a ser completos, traz sabedoria e autenticidade.Isto ajuda a nos tornar o que poderíamos ter sido. Mulheres começam completas, não começamos? Quero dizer, como meninas, começamos irritadiças -- "É, quem disse?"Temos atuação. Somos os sujeitos de nossas próprias vidas. Mas muito frequentemente muitas, se não a maioria de nós, quando alcançamos a puberdade, começamos a nos preocupar com ajustar-nos e sermos populares.E nos tornamos os sujeitos e objetos da vida de outras pessoas. Agora, em nosso terceiro ato,talvez seja possível para nós percorrer de volta o círculo até onde começamos e conhecê-lo pela primeira vez. E se pudermos fazer isso, não será apenas para nós mesmas. Mulheres mais velhas são o maior contingente demográfico no mundo.Se pudermos voltar e redefinir a nós mesmas e nos tornar completas, isso criará uma mudança cultural no mundo, e dará um exemplo às gerações mais jovens para que elas possam repensar suas próprias expectativas de vida.
Muito obrigada. 




Quarta-feira, Fevereiro 01, 2012

Quando Deus aparece - Martha Medeiros

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"Tenho amigas de fé. Muitas. Uma delas, que é como uma irmã, me escreveu um e-mail me contando a maravilha que foi o recital do pianista Nelson Freire no Theatro São Pedro, recentemente. Ela escreveu: Nessas horas Deus aparece.

Fiquei com essa frase retumbando na minha cabeça. Deus não está em promoção, se exibindo por aí. Ele escolhe, dentro do mais rigoroso critério, os momentos de aparecer pra gente. Não sendo visível aos olhos, ele dá preferência à sensibilidade como via de acesso a nós. Eu não sou uma católica praticante e ritualística - não vou à missa. Mas valorizo essas aparições como se fosse a chegada de uma visita ilustre, que me dá sossego à alma.


Quando Deus aparece pra você?





Pra mim, ele aparece sempre através da música, e nem precisa ser um Nelson Freire. Pode ser uma música popular, pode ser algo que toque no rádio, mas que me chega no momento exato em que preciso estar reconciliada comigo mesma. De forma inesperada, a música me transcende.

Deus me aparece nos livros, em parágrafos em que não acredito que possam ter sido escritos por um ser mundano: foram escritos por um ser mais que humano.

Deus me aparece - muito! - quando estou em frente ao mar. Tivemos um papo longo, cerca de um mês atrás, quando havia somente as ondas entre mim e ele. A gente se entende em meio ao azul, que seria a cor de Deus, se ele tivesse uma.

Deus me aparece - e não considere isso uma heresia - na hora do sexo, desde que feito com quem se ama. É completamente diferente do sexo casual, do sexo como válvula de escape. Diferente, preste atenção. Não quer dizer que qualquer sexo não seja bom.

Nesse exato instante em que escrevo, estou escutando My Sweet Lord cantado não pelo George Harrison (que Deus o tenha), mas por Billy Preston (que Deus o tenha também) e posso assegurar: a letra é um animado bate-papo com Ele, ritmado pelo rock'n'roll. Aleluia.
Deus aparece quando choro. Quando a fragilidade é tanta que parece que não vou conseguir me reerguer. Quando uma amiga me liga de um país distante e demonstra estar mais perto do que o vizinho do andar de cima. Deus aparece no sorriso do meu sobrinho e no abraço espontâneo das minhas filhas. E nas preocupações da minha mãe, que mãe é sempre um atestado da presença desse cara.

E quando eu o chamo de cara e ele não se aborrece, aí tenho certeza de que ele 
está mesmo comigo".



Li esta crônica da Martha Medeiros no FELIZ POR NADA, de autoria dela.
Lembrei deste texto agora escutando esta música, que não canso de ouvir, onde Ele me aparece, principalmente na introdução. Escutem:





http://www.youtube.com/watch?v=zEX8mv864-0


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Terça-feira, Janeiro 31, 2012

Aniversários de janeiro 2012

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A Lu, do Mil Assuntos, dia 13



(com esta camiseta linda lá no FB)



Eu, dia 16






A Angélica, sobrinha, dia 19





A Maria Cecília, minha amiga do FB, dia 23






A Pâmela, minha amiga querida, dia 25





O Marquinhos, sobrinho, dia 29






O Ronaldo, sobrinho, dia 30




Este mês eu compartiho com vocês, meus queridos, os votos de uma vida longa e feliz. O que desejo para mim, desejo pra vocês, saúde, paz e as bençãos de Deus.


Essas flores do meu jardim são para nós




Tim tim!






Quinta-feira, Janeiro 19, 2012

30 anos sem Elis Regina

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Não precisa dizer nada, é só escutar a maior cantora que este Brasil já teve.


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Segunda-feira, Janeiro 16, 2012

16 de janeiro de 2012

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Estou afastada da blogosfera, mas hoje é meu aniversário e cá estou comemorando de novo com vocês, meus amigos.

Agradeço a Deus mais este ano de vida. Agradeço a Ele, à minha família, ao carinho dos amigos a minha felicidade. Hoje abraço a todos vocês e principalmente meus filhos e netos, que é a riqueza que conquistei




Aos olhos de Deus ,
somos todos pedras preciosas.
E se a vida nos lapida,
a outra parte cabe a nós
de arredondar, colocar formas,
dar brilho e fazer diferença no mundo."
Letícia Thompson



  © Letícia Thompson

Os anos passam e nos tornamos heróis ou heroínas da nossa história.
Foram ventos e tempestades, muito calor ou muito frio, muita lágrima e muito riso, muita tristeza e muita felicidade!

Muitos amigos e muitas amizades. Surpresas, decepções... amores, dissabores, bons e maus momentos aqui e acolá.
O tempo passou mesmo quando eu queria que ele parasse. Tive a impressão que parou quando quis que avançasse. Mas ele não se deu conta disso e continuou sua tarefa.

Hoje é apenas um dia a mais. Importante? Sim, como ontem e como amanhã. Especial? Sim, especial. Acho que quanto mais o tempo passa, mais a gente sente a sua importância, a urgência em viver a vida em seus pormenores, em prová-la sem engolir quente demais para não sentir o seu gosto e nem frio demais para que tenha perdido sabor. A vida é linda e nosso coração é o mesmo do início ao fim, mesmo se mais vivido, mais experimentado. 

As emoções do passado vão me tocar ainda hoje, mas de maneira diferente. Deve ser isso o que as pessoas chamam de chegar a uma idade madura. Amadurecer deve ser quando a gente vê e sente as mesmas coisas, mas olha de maneira diferente. Deve haver mais ternura num olhar amadurecido. Deve sim...

Recebo a vida como um presente e as minhas amizades verdadeiras como uma compensação da vida.
Aniversariar deve ser isso: olhar pro céu, abrir os braços e acolher o que o tempo ainda nos reserva. Com força, coragem e paciência. Com amor, sobretudo com amor.

Sou uma heroína da minha existência? Sim, como todos nós. Todos somos aos olhos de Deus. E no livro que Ele escreve pra nós, nos dá o papel principal. Assim é que no nosso aniversário tentamos sempre nos lembrar da introdução e recapitular, sem jamais querer saber qual e quando será o último capítulo.


 E isso não é mesmo importante. Hoje é o dia presente, em todos os sentidos da palavra. E vou vivê-lo!!!






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