terça-feira, fevereiro 26, 2008

Javier Bardem

.






















Onde os Fracos Não Têm Vez
Celso Sabadin



Longos planos abertos. Muita poeira e muito silêncio na vastidão árida do Texas. Uma mala cheia de dinheiro, um homem comum, um punhado de criminosos e altas doses de sarcasmo e cinismo. Estão alinhavados os elementos básicos ideais para o novo filme escrito e dirigido pelos sempre criativos irmãos Ethan e Joel Coen:
Onde os Fracos Não Têm Vez. A ação se passa nos anos 80, momento em que o caladão Llewelyn (Josh Brolin), ao caçar veados em pleno deserto, se depara inadvertidamente com um cenário de guerra: cinco camionetes abandonadas, dispostas quase em círculo, praticamente a mesma formação que as antigas carroças dos pioneiros usavam para se defender dos ataques indígenas. Dentro delas, cadáveres ensangüentados, incontáveis buracos de bala e um carregamento de drogas. Há apenas um sobrevivente, agonizante. Astuto, Llewelyn liga os pontos e logo chega ao fator decisivo que desencadeou todo aquele massacre: uma mala entupida de dólares. Achado não é roubado. Porém, o pacato cidadão tem sérios problemas para manter o dinheiro em seu poder, já que a mala também está sendo procurada por Chiguhr (Javier Bardem), um psicopata completamente enlouquecido que mata suas vítimas com uma potente arma de ar comprimido. No meio deste jogo mortal de gato e rato está a figura enigmática do xerife Bell (Tommy Lee Jones), um homem calejado que parece já ter visto de tudo na vida.


Fui assistir Onde os fracos não têm vez antes do resultado do Oscar.
Não entendo nadica de nada de cinema, mas adoro assitir um bom filme e como não entendo não posso dar uma opinião abalizada tecnicamente. O fim é surpreendente, não esperado. No meu entender não foi um filme excepcional. Excepcional foi a atuação de Javier Bardem, que já tinha visto em Mar Aberto e tido a mesma opinião.




Oscar mais que merecido!

.

9 comentários:

Georgia disse...

Primeeeeira!!!

Georgia disse...

Rosa, que saudades de ir ao cinema. Com criancas pequenas e sem parentes próximo fica difícil essas coisas. Tenho que esperar chegar nas Tvs especiais.

Boa semana

Simone corpomente e artes disse...

Oi não vi o Oscar, mas vc. já me manteve atuaizada.bjs. Simone

Ana disse...

Rosinha
Nunca assisti tantos filmes como nestes últimos dias!! Todinhos lançados há bastante tempo. Tô sempre atrasada, Mulher!

Mas é tão bom, né?

Tava com saudades tuas!

Grande beijo!

Luci Lacey disse...

Rosa

Nao assisti o Oscar, mas este filme deve ser bom.

Beijinhos

marquinhos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
marquinhos disse...

Oi Rosa!

Eu também não sou dos mais entendidos de cinema, mas este filme mereceu realmente o prêmio! Valeu a pena os milhões depositados na produção! :-)

Muito bom teu blog!

Beijos!


p.s.: achei o teu blog no blog de uma amiga, a Lídia!

Oliver Pickwick disse...

Os irmãos Cohen são fantásticos. Este filme é muito bom, mas o melhor deles ainda considero "E aí, meu irmão, cadê você?", uma comédia ácida e muito divertida.
Beijos, querida amiga!

Vi Leardi disse...

Cara Rosa ..vejo que além de teres a mesma opinião sobre a querida Aninha...vc também gosta de cinema...
Sou apaixonada por esta arte ,que para mim é a mais completa nestes nossos dias de tanta informação... Adorei "Onde os fracos não tem vêz"
um filme surpreendente que faz com que vc fique grudada na cadeira do começo ao fim..o trabalho de Javier é realmente espetacular...e o contexto nos faz pensar ,aliás tudo que é feito por estes irmãos introspectivos e estranhos merece ser visto e analisado...
Daniel Day Lewis ,também está espetacular, se não viu, vá um grande espetáculo.
beijo Ví

 
^